Aspectos da violência nas escolas analisados a partir do mundo digital

Ano: 2025 | Elaboração: Timelens e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Tipo: Relatório de inteligência de dados com base em monitoramento digital
Temas centrais: Violência escolar, redes sociais, radicalização juvenil, masculinidades digitais, discurso de ódio
Fontes utilizadas: MEC, IBGE, TIC Kids Online, redes sociais, podcasts, influenciadores, análise de buscas no Google
Destaques metodológicos: Mapeamento de perfis de influenciadores, monitoramento de redes, análises de linguagem, termos e padrões de engajamento
Período analisado: 2021–2025

Principais achados:

  • Crescimento alarmante de conteúdos violentos nas redes: 360% mais menções a ataques em escolas nos últimos 4 anos.
  • A adesão ao discurso pró-agressor também subiu: em 2021, apenas 0,2% dos comentários eram favoráveis aos autores dos ataques; em 2025, esse número saltou para 21%.
  • A radicalização de jovens — especialmente meninos — ocorre principalmente em espaços digitais como YouTube, Discord e fóruns da chamada “manosfera”.
  • Fatores como bullying, ausência emocional, vigilância parental punitiva e algoritmos que premiam o ódio favorecem esse processo de radicalização.
  • Apesar do cenário crítico, o relatório reconhece que políticas públicas recentes têm surtido efeito na contenção de novos ataques.

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